Psicoterapia individual de base psicanalítica para ansiedade, depressão, luto, crises de sentido e autoconhecimento. Sessões de uma hora no consultório do Itacorubi ou online, no seu ritmo, sem julgamento.
Há momentos na vida em que algo trava e não se desfaz sozinho. A ansiedade que volta toda noite e atrapalha o sono. O luto que parece não passar, mesmo depois de meses. A repetição daquele mesmo conflito em todos os relacionamentos, sem que se entenda o porquê. A sensação de não saber mais para onde se está indo. O cansaço de funcionar bem por fora enquanto algo desmorona por dentro.
Nada disso precisa ser tratado como sintoma para virar motivo legítimo de procurar terapia. Algumas pessoas chegam ao consultório com diagnóstico psiquiátrico. Outras chegam apenas com uma incomodação que não passa. Outras ainda chegam em momento estável, querendo aproveitar para se conhecer melhor. Todos esses pontos de partida são válidos e cabem no trabalho clínico que ofereço.
A psicoterapia que ofereço em Florianópolis nasce da intersecção entre duas tradições. A psicanálise me ensina a escutar o que está por trás do que a pessoa traz, sem pressa de diagnosticar ou aconselhar. A abordagem sistêmica me ensina a olhar para os vínculos, para a família de origem, para os sistemas em que cada um está inserido. As duas tradições conversam bem, e é dessa conversa que sai o trabalho concreto que fazemos juntos. Minha formação em psicanálise é pela Sociedade Psicanalítica do Paraná, e quem quiser pode conhecer minha trajetória antes de agendar.
Não trabalho com pacotes prontos nem com técnicas aplicadas de cima para baixo. Cada processo terapêutico tem ritmo próprio, definido em conjunto. Algumas pessoas precisam de muito espaço para falar, e meu trabalho é estar ali, escutando com atenção. Outras precisam de um interlocutor mais ativo, e o trabalho ganha outro tom. A clínica respeita essas variações.
Pessoas a partir dos dezesseis anos, em diferentes momentos da vida, com consentimento dos responsáveis para quem ainda não completou dezoito. Jovens adultos enfrentando primeiras crises existenciais. Pessoas em meia-idade vivendo transições profissionais ou familiares. Adultos mais velhos lidando com perdas, aposentadoria, mudanças no corpo, novas etapas da relação com filhos e netos.
Atendo demandas variadas. Ansiedade e quadros depressivos, processos de luto recente ou antigo, crises de sentido em transições de vida, dificuldades nos relacionamentos afetivos, conflitos com a família de origem, padrões que se repetem sem que a pessoa entenda por quê, perdas religiosas e espirituais, decisões importantes que precisam ser pensadas com calma. Também trabalho com profissionais em alta exigência que precisam de espaço para falar sem peso de papel social.
Quando a questão central é a relação a dois ou a dinâmica da família, o formato indicado é outro: a terapia de casal e família, que trabalha a relação inteira. Os demais atendimentos do consultório, como constelação familiar, contoterapia e as mentorias, estão reunidos na apresentação do meu trabalho como terapeuta em Florianópolis.
Sessões de uma hora. A primeira é igual às demais em formato e valor, sem condição diferenciada. O que muda na primeira sessão é o conteúdo, ali nos conhecemos, você fala sobre o que te trouxe e eu escuto, fazendo perguntas pontuais. Não há protocolo de entrevista nem questionário a preencher.
A terapia individual em Florianópolis acontece presencialmente no consultório do Itacorubi, ou online por videochamada. Para quem prefere o formato a distância, a página de psicanálise online traz mais detalhes. O ritmo semanal é o recomendado, porque mantém a continuidade do trabalho. O ritmo quinzenal pode ser combinado para fases específicas. O horário fica reservado para você, sempre no mesmo dia e hora, o que ajuda a criar o setting estável que o trabalho psicanalítico exige.
A primeira conversa acontece pelo WhatsApp. Eu mesmo respondo, sem secretária no meio, e ali combinamos horário, formato presencial ou online e as dúvidas iniciais.
Não há resposta única. Algumas demandas pedem um percurso mais curto. Outras questões pedem mais tempo, especialmente aquelas que envolvem padrões antigos, vínculos familiares complexos ou questões existenciais profundas.
O importante é não ter pressa nem com o início nem com o fim. A terapia não é um projeto a ser concluído em prazo fixo. É um espaço de cuidado que se mantém enquanto for útil para a pessoa. Quando o trabalho cumpriu seu papel, isso aparece em conversa, e o encerramento é feito com tempo, sem ruptura abrupta.
Algumas pessoas sentem alívio no início, especialmente quando vinham sufocadas pela falta de espaço para falar. Outras sentem o oposto, uma certa desestabilização, conforme conteúdos guardados começam a aparecer. Seja qual for a reação, conversamos sobre tudo isso à medida que aparece, sem julgamento.
O que o trabalho busca, aos poucos, é entender coisas que antes não faziam sentido, encontrar outros jeitos de reagir a situações que antes derrubavam e ganhar mais clareza sobre as próprias escolhas. Não é mágica, é trabalho. E é um trabalho que se sustenta justamente na regularidade dos encontros, semana após semana.
Não. Muitas pessoas buscam terapia em momentos de relativa estabilidade, como um espaço de autoconhecimento e amadurecimento. Outras chegam em crise. Ambos os pontos de partida são igualmente válidos e bem-vindos. O critério não é a gravidade externa, é o quanto algo na sua vida pede um espaço próprio para ser pensado e elaborado.
Não, e o objetivo do processo é exatamente o contrário. A terapia trabalha para ampliar autonomia, capacidade de tomar decisões próprias e de lidar com as situações da vida com mais recursos. O vínculo terapêutico é uma ferramenta dentro do processo, não um destino permanente. Quando o trabalho cumpriu seu papel, o encerramento é parte natural do percurso.
O trabalho não é linear, e há fases de mais movimento e fases de mais quietude. Por isso o próprio percurso é assunto das sessões: de tempos em tempos, olhamos juntos para o que mudou no modo de reagir às situações, nas decisões e na repetição de padrões antigos.
Sim. A terapia trabalha aspectos emocionais, relacionais e existenciais, enquanto a medicação atua na regulação bioquímica do organismo. As duas frentes podem se complementar quando há indicação psiquiátrica. Se você ainda não tem acompanhamento médico e acredita que precisa, posso indicar profissionais de confiança.
Sim, sempre. O vínculo terapêutico precisa funcionar para as duas partes. Se nas primeiras sessões você sentir que não é o lugar certo, isso pode ser conversado abertamente, sem constrangimento. Quando aplicável, indico colegas de confiança com perfis diferentes do meu. O importante é que você encontre um espaço onde se sinta verdadeiramente bem para trabalhar.
Os dois formatos são oferecidos com a mesma profundidade. O setting muda, mas a escuta, a associação livre e a construção de sentido permanecem. Algumas pessoas se sentem mais à vontade no próprio ambiente, outras preferem o deslocamento até o consultório como parte do ritual terapêutico.
No meu consultório, os três nomes descrevem o mesmo atendimento: encontros individuais de uma hora, presenciais no Itacorubi ou online, com escuta de base psicanalítica integrada à abordagem sistêmica familiar. Psicanalista se forma em uma sociedade ou instituto psicanalítico, com análise pessoal e supervisão. Sou psicanalista pela Sociedade Psicanalítica do Paraná e atuo como terapeuta clínico. Psicólogo é graduado em Psicologia e tem registro no Conselho Regional.
Atendimento presencial no consultório do Itacorubi, em Florianópolis, ou online para todo o Brasil. Sessões semanais ou quinzenais, de segunda a sexta, até as dezenove e meia. Os valores são informados na primeira conversa. O atendimento é particular, com nota fiscal para quem deseja solicitar reembolso conforme as regras do próprio plano.
Prefere ligar? O telefone (48) 99133-4671 também recebe chamadas. Sugiro mandar uma mensagem antes para combinar um horário, porque durante os atendimentos não atendo o telefone.