Atendimento psicanalítico individual para ansiedade, depressão, luto, crises de sentido e autoconhecimento. Sessões de uma hora no consultório do Itacorubi ou online, no seu ritmo, sem julgamento.
Há momentos na vida em que algo trava e não se desfaz sozinho. A ansiedade que volta toda noite e atrapalha o sono. O luto que parece não passar, mesmo depois de meses. A repetição daquele mesmo conflito em todos os relacionamentos, sem que se entenda o porquê. A sensação de não saber mais para onde se está indo. O cansaço de funcionar bem por fora enquanto algo desmorona por dentro.
Nada disso precisa ser tratado como sintoma para virar motivo legítimo de procurar terapia. Algumas pessoas chegam ao consultório com diagnóstico psiquiátrico. Outras chegam apenas com uma incomodação que não passa. Outras ainda chegam em momento estável, querendo aproveitar para se conhecer melhor. Todos esses pontos de partida são válidos e cabem no trabalho clínico que ofereço.
Atendo na intersecção entre duas tradições. A psicanálise me ensina a escutar o que está por trás do que a pessoa traz, sem pressa de diagnosticar ou aconselhar. A abordagem sistêmica me ensina a olhar para os vínculos, para a família de origem, para os sistemas em que cada um está inserido. As duas tradições conversam bem, e é dessa conversa que sai o trabalho concreto que fazemos juntos.
Não trabalho com pacotes prontos nem com técnicas aplicadas de cima para baixo. Cada processo terapêutico tem ritmo próprio, definido em conjunto. Algumas pessoas precisam de muito espaço para falar, e meu trabalho é estar ali, escutando com atenção. Outras precisam de um interlocutor mais ativo, e o trabalho ganha outro tom. A clínica respeita essas variações.
Adultos a partir dos dezesseis anos, em diferentes momentos da vida. Jovens adultos enfrentando primeiras crises existenciais. Pessoas em meia-idade vivendo transições profissionais ou familiares. Adultos mais velhos lidando com perdas, aposentadoria, mudanças no corpo, novas etapas da relação com filhos e netos.
Atendo demandas variadas. Ansiedade e quadros depressivos, processos de luto recente ou antigo, crises de sentido em transições de vida, dificuldades nos relacionamentos afetivos, conflitos com a família de origem, padrões que se repetem sem que a pessoa entenda por quê, perdas religiosas e espirituais, decisões importantes que precisam ser pensadas com calma. Também trabalho com profissionais em alta exigência que precisam de espaço para falar sem peso de papel social.
Sessões de uma hora. A primeira é igual às demais em formato e valor, sem condição diferenciada. O que muda na primeira sessão é o conteúdo, ali nos conhecemos, você fala sobre o que te trouxe e eu escuto, fazendo perguntas pontuais. Não há protocolo de entrevista nem questionário a preencher.
O atendimento pode ser presencial no consultório do Itacorubi ou online por videochamada. Para a maioria dos processos, o ritmo semanal funciona melhor, porque mantém a continuidade do trabalho. O ritmo quinzenal pode ser combinado para fases específicas. O horário fica reservado para você, sempre no mesmo dia e hora, o que ajuda a criar o setting estável que o trabalho psicanalítico exige.
Não há resposta única, e qualquer profissional sério vai te dizer o mesmo. Algumas demandas se acomodam em poucos meses. Sintomas agudos que tinham causa pontual costumam ceder relativamente rápido quando há espaço para serem trabalhados. Outras questões pedem mais tempo, especialmente aquelas que envolvem padrões antigos, vínculos familiares complexos ou questões existenciais profundas.
O importante é não ter pressa nem com o início nem com o fim. A terapia não é um projeto a ser concluído em prazo fixo. É um espaço de cuidado que se mantém enquanto for útil para a pessoa. Quando o trabalho cumpriu seu papel, isso aparece em conversa, e o encerramento é feito com tempo, sem ruptura abrupta.
Algumas pessoas sentem alívio rápido, especialmente quando vinham sufocadas pela falta de espaço para falar. Outras sentem o oposto, uma certa desestabilização nas primeiras semanas, conforme conteúdos guardados começam a aparecer. As duas reações são normais e esperadas, e fazem parte do início do processo. Conversamos sobre tudo isso à medida que aparece, sem julgamento.
Aos poucos, costuma vir uma sensação diferente, de estar entendendo coisas que antes não faziam sentido, de reagir de outro jeito a situações que antes derrubavam, de ter mais clareza sobre próprias escolhas. Não é mágica, é trabalho. E é um trabalho que se sustenta justamente porque você vai estando junto, semana após semana.
Não. Muitas pessoas buscam terapia em momentos de relativa estabilidade, como um espaço de autoconhecimento e amadurecimento. Outras chegam em crise. Ambos os pontos de partida são igualmente válidos e bem-vindos. O critério não é a gravidade externa, é o quanto algo na sua vida pede um espaço próprio para ser pensado e elaborado.
Não, e o objetivo do processo é exatamente o contrário. A terapia trabalha para ampliar autonomia, capacidade de tomar decisões próprias e de lidar com as situações da vida com mais recursos. O vínculo terapêutico é uma ferramenta dentro do processo, não um destino permanente. Quando o trabalho cumpriu seu papel, o encerramento é parte natural do percurso.
Os efeitos não costumam aparecer dramaticamente nas primeiras sessões. Aos poucos, é comum perceber mudanças no modo de reagir a situações, mais clareza nas decisões, menos repetição automática de padrões antigos. O trabalho não é linear, e há fases de mais movimento e fases de mais quietude. Os efeitos se notam quando se olha para trás depois de alguns meses.
Sim, e em muitos casos é o caminho mais recomendado. A terapia trabalha aspectos emocionais, relacionais e existenciais, enquanto a medicação atua na regulação bioquímica do organismo. As duas frentes se complementam quando há indicação psiquiátrica. Se você ainda não tem acompanhamento médico e acredita que precisa, posso indicar profissionais de confiança.
Sim, sempre. O vínculo terapêutico precisa funcionar para as duas partes. Se nas primeiras sessões você sentir que não é o lugar certo, isso pode ser conversado abertamente, sem constrangimento. Quando aplicável, indico colegas de confiança com perfis diferentes do meu. O importante é que você encontre um espaço onde se sinta verdadeiramente bem para trabalhar.
Para a maioria das demandas, sim. O setting muda, mas a escuta, a associação livre e a construção de sentido permanecem intactos. Algumas pessoas se sentem mais à vontade no próprio ambiente, outras preferem o deslocamento até o consultório como parte do ritual terapêutico. Os dois formatos são ofertados com a mesma profundidade.
Atendimento presencial no consultório do Itacorubi em Florianópolis ou online para todo o Brasil. Sessões semanais ou quinzenais, em horários flexíveis durante a semana, até as dezenove e meia.